Bem companheiros, olha eu aí de volta!
Como eu ia dizendo na postagem anterior, quem deveria ganhar um bom salário eu acredito que ficou definido quando me referi ao profissionais que prestam serviços relevantes à população. Agora o que eu questiono, assim como os que eu citei antes (ver postagem anterior), são aqueles que não dão o retorno necessário que justifiquem estes altos salários. Vejam bem! O jogador de futebol por exemplo. A meu ver não era para ter salários tão "astronômicos", incoerentemente muitos deles mesmo sem qualquer cultura, ganham em apenas 1 mês o que um trabalhador comum levaria a vida toda para ganhar. Isto não é uma afronta? Que dirá então aquele que investiu anos em estudo e mesmo com várias especializações seus salários não chegam nem aos pés de um destes.
Eu não estou querendo dizer aqui que os jogadores não deveriam ganhar bem, afinal de contas estão difundindo o esporte e isto é um estímulo para o jovem evitando assim que ele ingresse por outros caminhos visando uma melhor remuneração. Só não pode ser um estímulo, o jovem achar que estudar é besteira, já que na maioria das funções bem remuneradas não há tanta necessidade de estudo, (se usarem a imaginação, saberão do que eu estou falando).
Por isso amigos, eu acho que o jogador pode sim ganhar bem, mas um salário normal, compatível com sua capacidade, sem chegar as raias do exagero, podendo porém ser ampliado pelos patrocinadores que investiriam no atleta, mas prontamente cortariam estes recursos se este caísse de rendimento. Isto faria com que o jogador se empenhasse mais em suas funções no campo e consequentemente rendesse mais (em suma, ganharia o que produzisse), e ainda acabaria com muitos jogadores mascarados.
Bancas de jogos: Estas casas movimentam rios de dinheiro diariamente, não gosto desta atividade, mas se é legal quem sou eu para ser contra? Afinal joga quem quer. Eu só acho porém que jogos de azar têm que ser discretos, em locais próprios. Agora estes ilegais que estão espalhados pelas ruas e bares onde qualquer um pode ter acesso, inclusive crianças, já que não existe qualquer controle sobre isto, devem sim, ser combatidos diuturnamente, sem tréguas. O governo até que vem tentando isto por ser também um antro de corrupção, mas existe mais mistérios nesta reprimenda do que supõe a nossa vã filosofia.
Casas de prostituição: Amigos, chega a dar vergonha se formos falar das cifras movimentadas nestes recintos, nem precisa, é só acompanharem nos noticiários policiais, as reportagens sobre este "negócio" onde se levantam o patrimônio milionário dos proprietários destas casas.
Não estou aqui sendo demagogo, por sempre ter sido pobre, e ter algum recalque por não possuir fortuna. Eu sei que muitas vezes aquele que critica no fundo tem uma ponta de inveja, quando não das posses que o outro possui, como também da capacidade de engenho daqueles que por eles se destacam, mas o que eu quero dizer é que tem algo de muito podre nisto tudo, porque este rio só corre para o mar, e seria necessário abrir muitas valas para irrigar outras pastagens. O governo sim, deveria acabar com esta demagogia e proibir o que tivesse que ser proibido, e legalizar o que tivesse que ser legalizado convertendo os impostos em melhorias para população; o que viesse dos jogos, com instituições de ajuda a pessoas compulsivas em jogos, o que viesse das bebidas e drogas, com os alcoólicos e narcóticos anônimos, e assim por diante.
Os bancos: Pelo menos aqui no Brasil em seu balanço anual, alguns deles apresentam recorde de faturamento. Não seria nada demais se algum destes lucros fosse revertido em prol do usuário.
Raciocinem comigo! – Que benefício um banco trás? Se todos os serviços que estes oferecem custam o "olho da cara"? Um banco não faz nada de graça, mas deveria ao menos cuidar para que seus clientes se sentissem bem atendidos. Em que sentido? Bem, já que banco nenhum oferece alguma vantagem que não tenha retorno financeiro, ele deveria pelo menos cuidar da segurança do usuário. Todos já conhecemos as várias modalidades de roubo e assaltos que se processam à saída de um banco. O meliante fica na fila só observando quem saca muito, pouco ou nenhum dinheiro, repassando para o seu comparsa fora do banco por meio de celular, ou até mesmo marcando as suas vítimas colando selo em suas costas. Isto só é possível devido a facilidade com que estes bandidos têm de obter esta informação, sabem até onde estas pessoas guardam o dinheiro e isto faz com que a pessoa se sinta constrangida ao se dirigir ao caixa (seja eletrônico ou balcão), pois sabe que atrás de si só não vê quem não quer sua transação bancária. A meu ver isto seria facilmente corrigido se todos os caixas (eletrônicos ou não), tivessem um pequeno corredor, uma espécie de curral, que fosse até de madeira ou fórmica, mas apenas o suficiente para tapar a visão de quem estivesse atrás. Não sabendo que tipo de transação a pessoa estivesse fazendo, que poderia ser apenas o pagamento de uma conta, o bandido seria obrigado a arriscar se o incauto estaria ou não com dinheiro, já não seria tão fácil, e isto faria com que esta modalidade diminuísse ou quem sabe até acabasse. Não é uma boa ideia? É, mas eu acho que custaria uma fortuna e os bancos não teriam como custear esta empreitada. Não acham?
Bem amigos, hoje até escrevi um pouco mais que é para compensar, pois não estou tendo muito tempo por causa do trabalho. Já que eu não ganho a vida como escritor, fazer o que?
Na próxima eu volto com o mesmo tema. Tchau!!!
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