sábado, 3 de setembro de 2022

SERÁ QUE RESISTIREMOS?

Caros(as) amigos(as) É uma satisfação estar de volta. Fico feliz em voltar a escrever, mas ao mesmo tempo me sinto frustrado por martelar nos mesmos problemas que o nosso país sofre a décadas. Só muda um pouco o contexto, mas o tema é sempre o mesmo. 

É galera desta vez a coisa é tremendamente mais séria, estamos a deriva, em meio a um violento maremoto, será que resistiremos? E se resistirmos, será que sairemos intactos, sem sequelas? Fica difícil de responder, quando se tem um problema em que as soluções existem, mas relutam em pô-las em prática de forma consensual onde o foco seria objetivamente o bem da nação, mas em vez disso criam um verdadeiro cabo de guerra com várias pontas onde cada um puxa para seu lado, visando sempre e somente seus interesses.

A pandemia que se abalou no planeta, afetou a todos sem distinção. Apesar de já vir a ocorrer todos os séculos (a mais recente no início do século passado, conhecida como gripe espanhola, apesar de não ter se iniciado na Espanha), nenhum governo está preparado para tamanha devastação. Na verdade o mundo só se preocupa em aumentar e sofisticar, o seu poderio bélico, preparando-se sim, mas para um conflito mundial armado,esquecendo-se das armas biológicas no qual o inimigo é um vírus invisível e covarde.

Ao longo dos tempos, o mundo já viveu inúmeras pandemias, que ceifaram milhões de vidas, sem que fossem disparados um tiro sequer. Será que já não é hora de se voltar para esta realidade, e criarmos mecanismos que nos defenda destes inimigos invisíveis? Se temos o ambicioso sonho de desbravar o universo, porque não prepararmos nosso corpo para serem imunes não só a bactérias nocivas aqui da terra, como à organismos estranhos extraterrestres?

Gente, o corpo humano é muito frágil. Para se perder a vida, não precisa necessariamente que você sofra um acidente de grandes proporções, ou leve vários tiros, ou ainda que você seja espancado barbaramente até a morte. Um simples tombo em que você caia de cabeça, já é o suficiente, caso provoque um traumatismo craniano. E o que dizer de um ataque cardíaco fulminante sem qualquer chance de atendimento? As formas de morrer são muitas, mas a morte é uma só, basta o coração parar de bater, e o corpo não receber mas estímulos para se manter funcionando.

Bem! O que eu estou querendo dizer, é que, se não enfrentarmos este problema em caráter de urgência, todos os projetos preparados para o futuro, simplesmente não se realizarão, porque não haverá futuro.

Quando falamos em projetos futurísticos, nos referimos principalmente a exploração espacial. Atualmente com metas mais ousadas, o público alvo que de início se beneficiaria, seria a classe de alto poder aquisitivo, pois o acesso a esta aventura só estaria disponível à pessoas altamente privilegiadas no quesito dinheiro, já que o programa implicaria em gastos imensuráveis visando desde estações espaciais, onde se hospedariam os "Turistas do Espaço", até a colonização de outros planetas ou satélites supostamente habitáveis.

Acontece que...ao contrário do que nos mostram os filmes de catástrofes apocalípticas, onde a solução chega na última hora, ou onde há a necessidade de evacuação total do planeta, coisa que só alguns poucos privilegiados teriam condição, em razão de já terem firmado acordos milionários com empresas voltadas a este projeto, vivemos uma realidade diferente, pois caso isto aconteça, não teremos como nos proteger a curto prazo, por isso a necessidade de nos antecipar a esta hora, e se possível trabalharmos para que esta hora nunca chegue.

Amigos, quem me conhece sabe que sou favorável à modernização, pois toda a invenção (apesar de toda teoria de conspiração) com o tempo, vai se ajustando, trazendo mais conforto e comodidade para o ser humano; apesar de implicar as vezes em algum efeito colateral, mas como diz o ditado "não se faz um omelete, sem quebrar os ovos". Por isso quero expor aqui minha visão, e como a ciência aliada a tecnologia, pelo que já vem se desenhando a algum tempo, poderão lidar com este problema.

Bem amigos, já não é segredo todas as inovações tecnológicas que vêm sido desenvolvidas atualmente, desde a nanotecnologia, a órgãos e sangue produzidos artificialmente, e a mais importante e assustadora Inteligência Artificial. Em um futuro próximo teremos todas essas maravilhas a nossa disposição; é claro que assim como toda novidade recém lançada, no início poucas pessoas terão acesso, mas assim que se tornar comum, ficarão disponíveis a toda camada social. É fato que algum dia chegaremos à condição de amortais, onde se não houver nenhum fator externo que provoque a nossa morte, poderemos viver eternamente somente trocando órgãos, recuperando células, ou reparando qualquer problema de ordem biológica que venha a aparecer mediante a presença de organismos estranhos, com a ajuda de anticorpos nano fabricados.

Bem senhores, nesta primeira fase como dito acima, estaríamos resolvendo um problema, mas acelerando outro. Sim, porque, se o ser humano vivesse mais, essa longevidade provocaria uma explosão demográfica com o aumento mais rápido da população, causando um colapso ecológico e social. Portanto amigos, teríamos mais um problema para resolver, que seria o controle da natalidade.

Mas juntando todos estes fatos, vemos uma luz bem forte no final do túnel, que seria exatamente tendo como base uma quantidade ideal de habitantes que não poriam em risco os recursos naturais, distribuir todo o excesso de contingente, para outros planetas habitáveis ao longo deste vasto universo. Há de se convir, que ainda não existe tecnologia a altura deste projeto ambicioso, mas na velocidade com que os avanços tecnológicos vêm acontecendo, isto será possível ainda neste século.

No momento o maior problema, é a distância que nos separa do resto do universo, já que a galáxia mais próxima (a galáxia de andrômeda), fica a 2,54 milhões de anos-luz de distância da terra. Enquanto este problema não é resolvido, o jeito é explorarmos o nosso quintal que é a via-lactea, cujo o planeta mais distante dos que orbitam o sol, fica a "apenas" 4 bilhões de quilometros da terra, o que levaria 9 anos e oito meses para chegar lá. O que nos deixa um pouco esperançosos, é que estudos estão sendo feitos e já existem algumas teorias animadoras de como cobrirmos estas distâncias no menor tempo possível. E não são poucas as cabeças pensantes debruçadas sobre este assunto. 

Gente, nesta imensidão que é o universo, torna-se até um paradoxo vivermos aglomerados e se digladiando o tempo todo com o objetivo de invadir ou retomar territórios visando ampliar fronteiras, quando temos só em nosso sistema solar todo o espaço que precisamos. Na verdade fronteiras nem deveriam existir, pois na verdade somos um só povo, uma só raça, que é a raça humana. Ou não?

Amigos(as) o grande fato é que o planeta está se tornando claustrofóbico, com as pessoas se espremendo nos grandes centros urbanos, invasões de áreas ambientais, emissão de gases poluentes na atmosfera, o que faz com que tenhamos urgência em parar com todas essas agressões imediatamente, já que se não conseguirmos retroagir todas essas degradações, pelo menos não avancemos mais, o que fatalmente seria o fim de toda a existência sobre a terra. Daí a necessidade descobrirmos novos exoplanetas com condições semelhantes a da terra e distribuirmos colonizadores para dar início a novas gerações que se dividiriam entre outros mundos confirmando assim aquela célebre frase "crescei e multiplica-vos" o que certamente não era uma referência ao aumento populacional terreno.

É isso aí, até a próxima publicação!

terça-feira, 3 de novembro de 2020

O MUNDO AINDA TEM JEITO?

 

Alô amigos! olha eu de volta depois de um breve recesso. O motivo para este afastamento, é a falta de ingredientes para compor minhas postagens, isto é: por mais que o tempo passe as coisas no seu conteúdo continuam as mesmas que nos anos passados, apenas com o agravante de só piorarem a cada ano. Por isso a sensação de que estou me tornando repetitivo.
    Então resolvi fazer uma postagem, expondo todas as minhas reflexões sobre o passado e o presente, na tentativa de achar alguma resposta que explique o porquê da humanidade vir se tornando cada vez mais abjeta, no que se refere aos valores primordiais do ser humano, que são: a empatia, quando vivemos e sentimos a dor alheia, como se nossa fosse, e isto por si já impediria que fizéssemos ao próximo o que não gostaríamos que nos fosse feito, e o sentimento filantrópico, quando mesmo com um mínimo de ajuda, já contribuiríamos para amenizar um pouco o sofrimento dos menos favorecidos.

    Em suma, quero aqui fazer um apanhado de alguns acontecimentos passados, compará-los com o presente e avaliar como as coisas se apresentarão no futuro. Haja vista que, como publicado em uma postagem do Blogger "Preciso Saber" com o título "O passado Atual" em que sito um velho saudosista; as coisas boas ficaram no passado, nas recordações dos mais velhos. O que assusta é que mesmo vivendo maus momentos na época atual, daqui a alguns anos os jovens de hoje que serão os velhos de amanhã, estarão recordando com saudades os momentos que viveram hoje, por se encontrarem em situação muito pior em uma realidade futura. Ressaltando sempre, que tudo que lerão aqui, são frutos da minha imaginação, não tendo nenhum respaldo didático ou científico, a não ser alguns fatos recolhidos de acontecimentos importantes que ficaram gravados na história, e que nos ajudarão a montar este quebra-cabeça que é o comportamento humano.
    
Vamos lá?

    Então, vamos começar com uma retrospectiva, retornando a alguns pontos do passado que marcaram época, analisaremos também em quê isso influenciou em nossa vida presente, e como se aplicarão em nosso futuro vindouro.

   Gente! Nos dias atuais, as pessoas em sua maioria estão cada vez mais individuais, visando seu próprio interesse, sem se importarem com o fato de que muitas das vezes para obterem êxito em seus objetivos, terão que passar por cima do oponente usando de todas as armas que dispuserem sem qualquer ética ou escrúpulo, desde de que com isto consiga remover qualquer obstáculo  à sua frente.

    O fato é que todos temos nossa cota de individualismo, quando nos preocupamos apenas com o que é nosso, pouco nos lixando para o problema alheio, em uma explícita atitude que nos remete aquele ditado "cada cachorro que lamba a sua ferida". E temos também a nossa cota de hipocrisia, quando fazemos um ato de caridade focado por uma câmera de celular, já pronto para ser publicado nas redes sociais com um único objetivo de obter o maior número possível de likes, visualizações e compartilhamentos. Isto sem mencionar aquele que ao presenciar um grave acidente, ao invés de tentar socorrer a vítima, seu primeiro gesto é filmar e publicar nas redes.

    Em minha juventude já vivi essas fases do individualismo e da hipocrisia, sendo egoísta, e criticando nos outros coisas que eu praticava, e aceitando também, quando eram praticadas por pessoas da minha roda de amigos. Mas era em grau bem menor, ou pelo menos aceitável, já que na época não era tão grave assim e o efeito era menos catastrófico. Não quero minimizar o fato, mas  considerando que hoje apenas uma opinião sobre alguma pessoa lançada nos canais de comunicação, sendo ela verdade ou não, têm o poder de elevar sua imagem ao mais alto patamar, ou simplesmente transformá-la em pedaços em questão de minutos; o grau de perniciosidade é apavorante, ainda mais pelo fato de neste processo muitas das vezes se exaltar um indivíduo inescrupuloso, sem caráter e de péssima índole, ou destruir a biografia de um cidadão de bem, no já conhecido assassinato de reputação.

     Amigos, que mundo é este que vivemos atualmente? Entrando no tema que é o passado e o presente, eu posso afirmar no alto dos meus 66 anos, que o passado traz muitas reflexões. Aqueles que como eu já passaram de meio século sabem que no decorrer dos anos nossa mente vai acumulando um certo grau de conhecimentos, que assim como um computador reúne todos estes dados adquiridos, analisa e nos dá uma prévia do que pode vir a acontecer no futuro. Adivinhação? Não! apenas probabilidade. Se você coloca um grão de arroz todos os dias em um determinado espaço, a probabilidade é de que em algum tempo você tenha toneladas de grãos e aquele espaço já não comportar mais grãos. Se você não se preparou para esta situação, você realmente estará com um problema. Com isto quero dizer que a medida em que vemos o caminhar das coisas, nas atitudes das pessoas, nas influências negativas expostas o tempo todo, sem nenhum filtro de segurança, na corrupção cada vez mais enraizada em todo o segmento da sociedade, na inversão de valores em uma amostra preocupante de que o errado está virando certo, e certo está virando errado, tudo isto agregado ao fato de que para as novas gerações esta situação é completamente normal, só poderemos supor que: este espaço já está cheio, e estamos caminhando para o caos. E o que é pior, não nos preparamos para isto.

    O passado foi determinante para o presente? e será para o futuro?

  Deveria ser, se aprendêssemos com os erros do passado. Em toda a história da humanidade nos deparamos com inúmeras guerras, que nada mais eram do que sentimento de posse, conflito econômico, ideológico ou simplesmente poder. O confronto entre países, ou mesmo conflitos internos, mostram que o homem individualmente ou coletivamente está sempre querendo provar sua superioridade, e de ser o dono da razão. Entre as nações poderosas a guerra que mais assustou, e preocupou a população mundial, foi a guerra fria. Deflagada logo após a segunda grande guerra, entre Estados Unidos e União soviética, no período de 1947 a 1991, que se notabilizou pelo fato de ao contrário de outros confrontos, não ter havido nenhum enfrentamento em campos de batalha, havendo apenas a disputa ideológica onde de um lado estava os Estados Unidos com seu perfil capitalista, e do outro a União soviética com seu perfil socialista, que defendiam a expansão de  seus planos de recuperação econômica pós guerra; onde os outros países escolheriam uma posição ideológica para assinarem seus pactos econômicos, além de se aliarem a uma destas duas potências. Vivia-se então uma tensão muito grande, pois estas duas grandes potências mundiais, já possuíam artefatos atômicos e estariam em fase de desenvolvimento de armamentos nucleares numa desenfreada corrida armamentista e tecnológica. Daí o perigo de uma terceira guerra mundial, que fatalmente seria o apocalipse.  

    Não estou querendo aqui eximir os erros do passado, em detrimento dos erros atuais, pois atrocidades cometidos contra a raça humana, vem acontecendo desde os tempos mais remotos, como relata o velho testamento, onde cidades inteiras eram dizimadas obedecendo ideologias, onde nações deístas guiadas por líderes que eram vistos como representantes diretos do altíssimo, iam para o campo de batalha motivadas pela sua fé e obediência a Deus, acreditando na vitória por intervenção divina. Como conta certa passagem em (Js 10.11)  "O Senhor fez cair do céu sobre eles, grandes pedras, e morreram. Mais foram os que morreram pela chuva de pedra, do que os mortos à espada pelos filhos de Israel". 

    Há ainda o holocausto de 6 milhões de judeus, mortos na segunda grande guerra mundial, orquestrada por Adolfo Hitler onde pereceram um total estimado de 70 a 85 milhões de pessoas, advindas da insatisfação da Alemanha, sobre do tratado de versalhes, (tratado de paz assinado pelas potências europeias, que encerrou a primeira guerra mundial em 1919), que classificou como imposição.

    Na verdade tudo isso se deve, além de outros motivos já citados acima, a famigerada política ideológica, que sempre regeu os regimes de acordo com cada interesse. Se pararmos para analisar com frieza, veremos que não existe um consenso comum, que poderia satisfazer todas as partes. O que existe são tréguas, em razão de um lado (ou outro) não ter poder suficiente para impor sua posição ao seu oponente. E isso se dá em todas as camadas da sociedade, assim como entre nações.

    Há como mudar este cenário?

    Bem, como já citei várias vezes, e faço sempre questão de frisar, é que não sou expert em nenhum assunto aqui abordado, apenas procuro ver as coisas, de outra maneira, por um lado não usual. Só que aqui vou expor minha opinião baseado na minha experiência de um viajante do tempo, que veio do ano de 1954, onde não existia quase nada, para o ano de 2020, onde existe quase tudo.

    A diferença dos tempos de outrora, com os atuais são muitas, mas as políticas continuam as mesmas. Desde quando judas entregou cristo por 30 moedas, e o povo Judeu (supostamente) o condenou a morte escolhendo Barrabás para ser libertado, já se caracterizava aí a política ideológica, uma visando bens materiais, e outra visando mudanças no regime de dominação implantado por Roma, pelo qual Barrabás lutava como integrante do partido judeu denominado Zelote. Daí pra cá são inúmeros os desentendimentos ocorridos por disputas de terra, por poder, por supremacismo religioso, por tecnologia, etc...

    O grande fato meus amigos, é que não há perspectiva alguma de que este cenário mude radicalmente. A mudança viria a longo prazo na forma de educação, isto se houvesse interesse dos governantes, e que realmente almejássemos um mundo melhor para viver.  

    Como assim educação, já não a adquirimos em casa e na escola?

    Não é este tipo de educação ao qual me referi. Eu quis dizer na verdade é reeducação, e que seria implantada nas escolas em crianças a partir da idade escolar. Porque nas escolas? por que a educação que vem de casa muitas das vezes vêm deturpada, e os pais nem se dão conta disso. Isto por que também aprenderam de forma errada, e muitas vezes desconhecem os verdadeiros valores. Todos havemos de convir que hoje em dia as pequenas corrupções, os pequenos atos de agressão à natureza, os pequenos gestos de má fé, em suma; "o jeitinho brasileiro de se dar bem" já se encontra enraizado na sociedade, e banalizado de tal forma, que a maioria e principalmente a nova geração, acha que é completamente normal. 

    O cidadão de hoje só considera corrupção, quando o montante é grande, quando envolve milhões, mas acham normal comprar um favor para passar na frente em algum atendimento público ou privado, dar uma gorjeta para ser aprovado em algum teste, oferecer um agrado para não ter o seu carro rebocado, quando deveria estar com seus documentos e estado de conservação em dia, e por aí vai...

    O mesmo se dá quando criticamos montanhas de lixo e dejetos químicos e eletrônicos vazados em locais sem nenhum critério de segurança em favor do meio-ambiente. Não que não devamos criticar, mas muitas das vezes o indivíduo que critica é o mesmo que joga uma guimba de cigarro, um papel de bala ou sorvete na rua, ou descarta pilhas, placas de computadores ou celulares sem uso em lugares inadequados, e acha que por ser em menor quantidade, não contribui para a degradação da natureza.

    Que todos temos a nossa cota de má-educação já está provado, e isto nos priva de uma convivência social e saudável. Por isso devemos reeducar as novas gerações implantando nelas os verdadeiros valores da vida, o que realmente importa para termos uma sociedade mais justa, menos hipócrita e egoísta. Mostrarmos que o planeta não pertence a ninguém em particular, e sim a todos. Que dos seres que aqui habitam só existe uma raça predominante, que é a humana, e que independente da cor, crença ou costumes, internamente somos todos iguais e com os mesmos direitos. Que devemos tratar mais respeitosamente a nossa mãe terra, que nos proveem dos ingredientes necessários para a nossa sobrevivência. Que somos mortais, mas que temos direito enquanto vivermos, a cumprirmos nosso ciclo de maneira natural, sem interrupção advinda de guerras, assaltos, atentados, balas perdidas ou qualquer ato nocivo que venha a ceifar nossa vida precocemente. 

    Claro que ainda existem muitos quesitos, que aliados a esta nova didática, comporão a fórmula ideal para as mudanças deste paradigma. Mas se quisermos que algo realmente mude, tem que haver um começo. Se não fizermos acontecer, não acontecerá nada, pelo menos positivamente. Vamos almejar que os governos do mundo, em uma nova ordem mundial, mas sem aniquilação para diminuição da população, se debrucem sobre esta questão de forma racional, e implantem regras de cunho salutar com o objetivo de garantir  que nos dias que se seguirão a sociedade estará caminhando para um futuro mais promissor quando as gerações próximas que serão os dirigentes de amanhã, já estarão com um pensamento, voltado apenas para o bem estar das pessoas, dos animais e do meio ambiente, desprovidos deste sentimento maléfico de, ambição desenfreada e poder sobre todas as criaturas.

    Bem é isso aí... muitos vão dizer, que é pura utopia minha, mas sonhar não custa nada, e devo ressaltar que já estou com 66 anos, isto quer dizer que entrei na contagem regressiva, e que caso isso aconteça, não estarei aqui para desfrutar. Mas amigos, mesmo aos trancos e barrancos, até agora eu tive uma vida. Vi muitas coisas, apreciei belas paisagens, senti o cheiro dos campos e das flores, bebi água de fontes naturais, respirei um ar puro e saudável, porque não desejar que este ciclo se prolongue e que meus netos e gerações futuras possam usufruir de todos estes bens que é direito de toda a humanidade.

    Um grande abraço, e até a próxima.   
    

    

segunda-feira, 1 de junho de 2020

DESCOMPLICANDO A VIDA

Alô galera! Hoje eu quero aqui, fazer uma reflexão das coisas que já postei e perguntar: será que surtiu ou vai surtir algum efeito?


Quando iniciei este blog, a minha finalidade era procurar respostas para muitas perguntas que faço ao longo de minha vida. Mas no decorrer de minhas postagens, fui mudando a minha perspectiva com relação a minha proposta inicial, e me dediquei somente a postar meus devaneios e a forma com que eu vejo o rumo que a humanidade está tomando. Não estou dando respostas pois não conheço a verdade; também não espero respostas porque talvez elas não existam. Mas com certeza acredito, que todos sabemos o que é necessários saber, para concluirmos nosso período de vida de forma útil e construtiva, deixando ainda um legado de ensinamentos aos que estão chegando e que nos substituirão.

– Simples não? Deveria ser, não fosse o ser humano ter essa capacidade de complicar as coisas.



A vida: como deveria ser, e como é


Desde quando o homem começou a povoar a terra, que existem várias formas de se conduzir uma existência. Claro que isto varia muito dependendo dos costumes de cada país, leis, religiões ou seitas, mas no modo geral deveria ser com os requisitos básicos que compõem o bom caráter da maioria dos humanos.


A existência no planeta consiste em nascer, crescer, frutificar e morrer - simples assim. E isso se aplica a todas as formas de vida. É bem verdade que alguns percalços surgem ao longo do percurso, só que neste espaço de tempo entre o nascimento, e a morte, o ser humano inclui ainda mas maneiras de complicar não só a sua trajetória na terra, como também a de outros seres viventes.

Quando nascemos nosso cérebro é vazio, desprovido de qualquer conhecimento ou lembrança, a não ser a de algum som ou vozes vindos do exterior quando ainda nos encontrávamos no ventre materno. Portanto o único sentimento que possuímos assim como os outros animais, é o instinto, que se manifesta em forma de choro quando temos fome ou dor, ou a sensação de proteção quando farejamos o cheiro de nossa mãe ao nos colocar em seu colo.

Bem amigos, assim como um computador que não é nada sem sua memória, e esta também nada é, até que nela sejam inseridos dados com informações, nós também vamos adquirindo conhecimento através das coisas que vemos escutamos, sentimos e nos são ensinadas.

A formação do caráter deveria vir de acordo com  as diretrizes aplicadas por cada família, suas ideologias, religião, conservadorismo ou liberalismo; mas ao atingirmos a adolescência entramos em uma fase de dúvidas, em que as perguntas são muitas, e quase nenhuma resposta. É um momento crucial onde questionamos todos os nossos ensinamentos familiares comparando-os ao que aprendemos na escola, nas rodas de amigos e nos acontecimentos do dia-a-dia.

Quando começamos a nos complicar

Bem amigos, é justamente nesta fase de adolescência, que começamos a formatar o nosso caráter. Se tivermos por parte de nossa família um ensinamento concreto, bem alicerceado pelo modelo de bons costumes, honestidade, amor ao próximo e perfil filantrópico no sentido de ajudar aos mais necessitados, a tendência é que sigamos esta mesma linha de conduta. O problema é que essas virtudes, não trazem nenhum retorno material, e sim espiritual, quando você encontra a paz interior. Aí é que entram as (más) influências externas que põem em dúvida estas manifestações de bondade, afirmando que além de não lhe trazerem lucro algum, hoje em dia ninguém reconhece uma benfeitoria, e que isto é coisa de otário.

Amigos, caráter a gente molda, índole, já nascemos com ela. Assim como já possuímos o instinto dentro do ventre, assim acontece com a índole, que se for má é quando se aplica aquele velho adjetivo "Instinto ruim". Esta condição independe do perfil da família pois o indivíduo de má índole sempre tenderá por praticar atos movidos pelo seu mau instinto, aliado a má influência adquirida nos covis do mundo.

Quando me referi aos ensinamentos da família com as escola, rodas de amigos e acontecimentos do dia-a-dia, quis dizer exatamente isto. Pois é justamente na escola que começamos a questionar o que aprendemos em casa, pois em um lugar onde deveríamos aprender simplesmente a didática convencional onde se aplicam as disciplinas básicas para a formação cultural do cidadão, é justamente onde moldam caráter de natureza política e ideológica. O professor (não todos) tenta passar para o aluno sua visão política partidária e ideologia de gênero, que ao ser compartilhadas com outros nas rodas de amigos que comungam o mesmo pensamento, já se tem aí o início da criação de grupos contrários aos segmentos de uma sociedade conservadora ou aos moldes de governança daquele que detém o poder.

Bem gente, a complicação já começa por aí, hoje temos muitos formadores de opinião fazendo a cabeça dos incautos. Digo isto porque quem verdadeiramente tem sua opinião própria e sua firmeza de caráter, não vai se deixar influenciar por falácias vindas dos meios de comunicação, redes sociais, dos falsos pastores e dos professores idealistas que querem passar a ideia de que suas convicções são as mais verdadeiras. Ninguém é dono da verdade, portanto algumas respostas simplesmente não existem, resta a nós o bom senso de escolher trilhar o caminho baseado nos princípios aprendidos no seio familiar.

Amigos, apesar destas complicações que vão se formando ao longo de nossa vida, ainda podemos ficar a salvo de toda esta parafernália se traçarmos e perseguirmos nosso objetivo de maneira honesta e saudável. Muitos conseguem sem que para isso tenham que prejudicar alguém, outros simplesmente não se importam com os meios, mas sim os fins. Como se não bastassem toda a sorte de violência, desmandos, desemprego, falta de moradia colocando uma parcela do povo em situação de extrema pobreza, a política que deveria servir para mediar isto, vem regendo o nosso país ao longo dos tempos, em proveito próprio, deixando muito a desejar, e com isso complicando ainda mais a vida do cidadão de bem. Temos a nosso favor várias ferramentas jurídicas que nos permitem mudar a regra do jogo, mas infelizmente o povo, ou desconhece, ou não se interessa, ou estão (alguns) satisfeitos com a atual gestão. 

O cidadão que reclama do governo, é o mesmo que o coloca lá, e também é o mesmo que diz detestar política, e que todos são ladrões e corruptos. Não é bem assim, apesar de serem a minoria, ainda existem políticos, juízes, advogados, policiais e uma parcela da população (sim porque, esta também se encaixa neste ranking nefasto) que tentam mudar este Status Quor, em uma luta desigual contra uma maioria esmagadora. Para que isto seja possível, primeiro é preciso aprender a votar sem influência de ninguém. Focar no candidato que tem como objetivo, e só! o bem da população. Vasculhar sua vida pregressa, dentro e fora da política, observar quem são seus amigos, ídolos e se sua condição financeira, condiz com seus rendimentos. A partir daí, caso seu candidato seja eleito, observá-lo durante todo o mandato, a fim de avaliar se ele vai se manter ilibado e merecer novamente seu voto de confiança.

Minha gente, a vida em si não tem nada de complicado, a natureza é sábia e precisa, todos os elementos trabalham em comum acordo, todo organismo funciona cronologicamente e em sincronia, um em função do outro, os animais dito irracionais obedecem uma regra ecológica e ambiental, sem que isso fosse ditado a eles, o planeta gira em torno do sol e em torno de si mesmo, completando um ciclo diário e anual, sem que ninguém tenha dado corda para isso, então porque somente os humanos ditos inteligentes, não seguem as regras que não foram impostas, mas que são necessárias para o bom desenvolvimento do eco sistema?

Meus amigos, o que citei aqui, foi pautado na tese de que ainda há bons cidadãos preocupados em um futuro promissor para as novas gerações, mas e os maus-caracteres, de instintos ruins, que só querem o que for melhor para eles? Eu tenho pra mim, (e isto é só uma opinião), de que índole ruim, é uma patologia crônica, e que não tem cura. O sujeito que nasce ruim, morre ruim, como um velho ditado que diz Pau que nasce torto, morre torto, portanto além do portador desta doença ser um elemento pernicioso à sociedade, ainda contamina os mais jovens que deveriam cuidar das mudanças necessárias para que tenham mais esperanças no amanhã.

Gente, até mais, e lembrem sempre, "fazer o bem faz bem, fazer o mal,  faz mal" , esteja sempre em paz com sua consciência, que seu sono sempre será conciliador, reconfortante, e sem sobressaltos. E suas boas atitudes lhe trarão um horizonte repletos de vitórias ao final de sua jornada.

Fui...


terça-feira, 20 de agosto de 2013

TRAÇANDO O DESTINO

    Alô pessoal! Hoje vou dividir com vocês, algumas coisas que vem martelando na minha cabeça a muito tempo. Porque a vida é tão injusta? Porque muitas pessoas boas, honestas e trabalhadoras, sofrem tanto? Vivendo uma vida apertada, cheia de problemas, com ganhos que não atingem nem o mínimo necessário para prover sua família de forma adequada, e também não dispõem do governo a assistência  a que têm direito em serviços públicos de qualidade para pelo menos amenizar um pouco essa jornada já tão sofrida do seu dia-a-dia. Enquanto isso o cidadão de má índole, péssimo caráter, que só vive de mentiras e  praticar o mal; que usa de todos os artifícios disponíveis para conseguir o seu objetivo mesmo que isso signifique passar por cima de seu oponente como um rolo compressor sem o menor escrúpulo, geralmente é premiado com o sorriso da sorte, que lhe presenteia com a realização de seu sonho mas alto, lhe dando acesso a todos os benefícios e conquistas que alguém possa almejar. – Isto está certo?

Muitos já devem ter ouvido falar na teoria da "Ação e Reação" que vista pelo lado científico segundo Newton aplica-se da seguinte forma:
  • Um objeto que está em repouso ficará em repouso a não ser que uma força resultante aja sobre ele.
  • Um objeto que está em movimento não mudará sua velocidade a não ser que uma força resultante aja sobre ele.
No meu entender acredito que isto quer dizer que, se não fizermos acontecer, não vai acontecer nada. E se aplica exatamente naqueles que ficam esperando dias melhores, sem que para isso se movimentem construindo alternativas que possibilitem fazer com que aumentem suas chances de melhorias sem ter que depender das esmolas do governo.

A mesma teoria também pode ser vista pelo lado espiritual, como o livro homônimo psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier, com autoria atribuída ao espírito André Luiz, publicado pela Federação Espírita Brasileira em 1957. O livro "Ação e Reação" fala sobre a consequência dos nossos atos mostrando-nos que o infinito amor de Deus se estende para todos, dando a dor que auxilia, a dor que regenera, a dor que expia e a dor que faz evoluir. Mas ao mesmo tempo existe a lei do retorno, onde tudo que fizermos poderá voltar para nós contra ou a favor dependendo do ato que praticarmos.

Nos dois casos, apesar de distintos, a teoria se aplica da mesma forma, só que ao alterarmos o repouso ou a velocidade do objeto, devemos nos certificar se estamos aplicando esta ação da maneira certa, para que a reação venha na forma positiva, que nos traga somente coisas boas que possam efetivamente transformar o nosso modo de vida para melhor. Já quando esta alteração é feita com a finalidade de prejudicar o próximo em benefício próprio, de usar todos os meios, mesmo os mais sórdidos para levar vantagens, sem que doa em sua consciência o fato de que seu gesto possa estar atirando alguém na lama, e com isto desprovendo famílias de seu sustento, devemos esperar também o retorno; só que de uma forma bem radical e com as mesmas características, ou seja: na forma de alguma doença terminal em que o indivíduo mesmo com muito dinheiro, este não seja suficiente para comprar a sua cura ou aliviar o seu sofrimento, como para compensar a dor que ele causou aos outros. Ou esta reação pode também atingir seus familiares mais próximos, como filhos, esposa, mãe, pai ou netos, que desfrutem diretamente dos benefícios conseguidos a custa da desgraça alheia.

Esta seria a teoria mais lógica para tentar explicar tanta injustiça. Mas será que o injustiçado aceita esta teoria? Aquele que durante toda a sua vida só conheceu dificuldades e privações muitas das vezes questiona: – Porque os justos pagam pelos pecadores? Deus não é infinita bondade, porque não intercede em favor das pessoas de bem? Porque só os que praticam o mal logram êxito?

Bem! Se víssemos por este lado chegaríamos a conclusão de que ou Deus é mau, ou não existe. Ou simplesmente não interfere em nossas vidas, deixando-nos o livre arbítrio para que nossas ações possam orquestrar o nosso destino. Porque pelos exemplos citados acima conclui-se que, o caminho que escolhermos para a nossa trajetória é que nos levará a um sucesso pleno com muita fartura, felicidade, saúde e harmonia entre amigos e familiares, ou a um sucesso falso com dinheiro sujo, intrigas, mentiras, doenças e sofrimentos. Ou não chegaremos a lugar nenhum, se não traçarmos nosso caminho, e perseverarmos em cima do sonho almejado.

Portanto amigos, o que a natureza tinha que dar, ela já deu. Deixou a terra, a água, o ar, as sementes e todos os elementos necessários para a sobrevivência e o progresso da humanidade. Além disso temos um cérebro dotado de inteligência, dom privilegiado entre as outras criaturas. Resta a nós decidirmos como usar. Se com sabedoria em benefício coletivo, ou com egoísmo em proveito próprio. Todos temos o mesmo potencial, todos podemos tudo, basta querer. Eu poderia citar aqui inúmeros exemplos de pessoas que venceram a adversidade, acreditaram e conseguiram alcançar o seu objetivo. Mas isso não vem ao caso pois não é  um mérito somente de algumas pessoas, esta capacidade pertence a todos nós. Basta querermos. 

Amigos, não se deixem derrotar pelo "não posso, eu não consigo" isto é somente uma frase sem sentido. Isto não existe. Você pode, você consegue. É bem verdade que certas pessoas até podem ter um pouco mais de facilidade, em virtude de já vir de uma condição social mais privilegiada, e com isto levar uma certa vantagem em sua trajetória por justamente obter um pouco mais de estudo, ou um ter tido um ensino de melhor qualidade. Ou mesmo de obter um empurrãozinho de algum parente ou pistolão, mas isto só aumenta o mérito de quem consegue seu êxito com sacrifício. O grande fato é que: assim como a frase de Niltow "Um objeto que está em repouso ficará em repouso a não ser que uma força resultante aja sobre ele", sua vida não mudará se você não fizer por onde mudá-la. Não se acomode, se você não sabe cozinhar, através de uma receita você é capaz de preparar o prato mais sofisticado. Então porque não seguir a receita dos vencedores? De uma coisa eu tenho certeza, de todos os ingredientes que formam a receita dos bens sucedidos, o item principal é: DETERMINAÇÃO!

Vamos lá amigos,

Abraços, e até a próxima!







quarta-feira, 7 de agosto de 2013

HONESTIDADE - MINHA MAIOR RIQUEZA

 Alô amigos! Olha eu outra vez aqui para mais uma postagem controvertida. Vamos falar um pouco sobre a nossa forma de vida e a maneira como nós a conduzimos, com nossos erros e acertos – eu diria mais erros do que acertos.

    O que eu quero abordar hoje é a explosão de consumo; este fenômeno que atinge todas as camadas sociais, e o que pode ser um prazer para alguns, pode vir a se tornar um inferno para outros. As pessoas estão gastando muito e com isto cresce a necessidade de se ter cada vez mais dinheiro; de melhorar a renda, ou se enterrar em dívidas fazendo com que cresça assustadoramente o número de inadimplentes no país.

Como alimentar esse sonho de consumo?

    A propaganda atinge hoje quase todos os consumidores com raras exceções, e os apelos são muito fortes, ficando difícil resistir. Os constantes lançamentos do mercado, principalmente de produtos de informática e eletrônicos, aliados às facilidades que as lojas oferecem, tendem a atrair clientes de toda faixa etária; mas este público na sua maioria são jovens, o que é um fator complicador considerando que muitos ainda são dependentes dos pais. A rapidez com que estes equipamentos eletrônicos tornam-se obsoletos, faz com que se multiplique a procura por estes produtos. Aqueles que se encontram em condições favoráveis, ou seja: que dispõem de uma renda que lhes permita se dar a este luxo, e que saiba controlar seus gastos, tudo bem! Mas e aquele assalariado, que ganha o mínimo e que mal dá para as suas necessidades básicas? Como alimentar o sonho de consumo, seu e de sua família? A resposta para muitos desvios de conduta, começa por aí; quando aparece uma oportunidade de um dinheirinho "extra"; mesmo que seja de procedência duvidosa, o sujeito deixa de lado o escrúpulo para dar lugar ao seu lado ambicioso e mesquinho que não mede esforços, nem que seja passando por cima do seu oponente, para conseguir seu intento. Não querendo justificar, mas em um país em que tudo que se planta dá, quando se tem o melhor clima do mundo, cercado de riquezas por tudo que é lado, auto-suficiente em quase tudo, e ainda cobrando o maior imposto do mundo, era para no mínimo haver uma distribuição melhor de renda, fazendo com que diminuísse esta distância entre o extremamente pobre, e o extremamente rico. Com isso o cidadão mais simples teria acesso a uma condição de conforto pelos menos básica, sem ter o constrangimento de ver seu nome negativado no serviço de proteção ao crédito. O individualismo, a soberba, o egocentrismo e o egoísmo, são características cada vez mais marcante no ser humano atual, e quem tem muito, está em constante defesa do que é seu, para não ter que compartilhar com ninguém.

    Nada mais justo defender aquilo conseguido através de uma labuta diuturna, sacrificando muita das vezes sábados, domingos, feriados e o convívio com a família. Este é um procedimento normal de qualquer cidadão que almeja uma condição de vida melhor para seus familiares, como o conforto de uma boa casa, saúde de qualidade, educação também de qualidade para seus filhos, um bom carro, lazer e a garantia de um futuro com segurança. Então não são estes a quem eu quero me referir. Eu quero me referir aos ricos...aos extremamente ricos.

    Amigos, ser rico não é pecado. Ser extremamente rico também não. Pelo menos não vi ainda nenhuma referência a isto. Só que, o que me deixa triste é a diferença social gritante que existe neste país. E o que é pior; vivendo praticamente lado a lado. O que faz com quê aquele menos afortunado presenciando toda exibição de riqueza de seu vizinho abastado, tente alcançar o mesmo patamar sem que tenha os meios necessários para isso. Isto se não contarmos o mau exemplo de enriquecimentos ilícitos amplamente divulgados, nos escândalos envolvendo autoridades do alto escalão dos governos, das polícias e dos meios políticos do país. Além de pastores que exploram a fé dos fiéis em favorecimento próprio, conseguindo reunir uma verdadeira fábula em patrimônios, vastas contas bancárias dentro e fora do país, tudo em nome da igreja. O que a meu ver contraria tudo que está escrito na bíblia em que ele se baseia, para conduzir suas pregações, e que este ato nada mais é que o "modus operandi" do vigarista 171. E que pode influenciar negativamente as pessoas, e a induzirem a praticar o mesmo gesto. (Nada a ver com quem pratica a fé com seriedade).

    É exatamente neste ponto que eu quero chegar. Quando o cidadão já nasce no chamado "berço de ouro" oriundo de família tradicionalmente rica, a tendência com toda a infraestrutura que este cidadão recebe ao longo de sua vida, é que ele mantenha a sua condição de riqueza. Com todo este alicerce em forma de boas faculdades, especializações no exterior e assessoria com qualificações de primeiro mundo a sua disposição, ele obtém a capacidade não só de gerenciar os negócios da família, como também de criar o próprio negócio e fazer com que este obtenha sucesso, mantendo assim o ciclo bem sucedido de sua família.

    Existe também aquele que vem de baixo. Que conseguiu a sua riqueza a custa de muitos sacrifícios (como citei acima), mas que diferentemente daquele que se contentou quando viu que já tinha o suficiente, não quer parar nunca de enriquecer, talvez com medo de perder tudo e ter que voltar ao ponto de partida. Ou simplesmente ganhar dinheiro torna-se um vício, e passa a ser tão necessário como o ar que respira, a ponto de nada ter graça a não ser ganhar cada vez mais e mais dinheiro, para ter a certeza de que; se está ganhando, é sinal de que não está perdendo.

    Existe o rico emergente. Aquele que surge de repente. Ganhador de algum prêmio de loteria, ou uma rápida ascensão no meio artístico ou do esporte. Mas precisamente grupos de funk, pagode ou jogadores de futebol. Tão rápida que demora até que ele se acostume com sua nova condição. Geralmente este tem uma necessidade frenética de exibir sua fortuna em forma de jóias, carros importados caríssimos, mansões, iates, desfile com mulheres lindíssimas cobertas de adornos  também caríssimos. Tenta de toda forma chamar para si toda a atenção como para compensar os anos em que não passava de um ilustre desconhecido, morador de alguma comunidade ou algum bairro pobre do subúrbio.

    E tem os extremamente ricos. Que são uma minoria, mas as fortunas de somente 200 dos mais ricos do mundo juntas, ultrapassam o "PIB" brasileiro. Os 10 brasileiros mais ricos segundo a revista Forbes, acumulam uma fortuna de aproximadamente US$ 111,5 bilhões, então eu pergunto: quem tem acesso a estas pessoas detentoras dessa quantidade enorme de dinheiro? O cidadão comum? O assalariado? – Resposta: Os donos do poder. O dinheiro está tão próximo ao poder, como o poder está para o dinheiro. O dinheiro compra o poder, e em contrapartida enriquece os poderosos. Imaginem vocês que só nas organizações Globo, os três irmãos Marinho obtêm uma fortuna pessoal avaliada em U$ 26 bilhões de dólares, quem ousaria contrariá-los? Além dessa invejável condição financeira eles ainda possuem o controle da mídia mais influente do país, e que pode eleger e manter no poder (ou tirar) quem eles quiserem, a qualquer momento. Com um estalar de dedos eles podem não só elevar qualquer um ao topo mais alto, como também afundá-lo ao mais baixo nível com a mesma rapidez. Não deveria ser assim pois isso sobre cai principalmente em cima do cidadão comum, que tem os seu direitos, e não deveria estar subjugado a ricos e poderosos. A justiça, se fosse realmente cega, deveria primar pelo cidadão, independente de sua condição social ou de sua conta bancária.

    Bem! A verdade é que ninguém quer ser pobre, e considerando que aqui no Brasil para ser rico não precisa necessariamente de uma formação acadêmica de nível superior, ou melhor dizendo, não precisa ter nível nenhum, a escalada para a fortuna pode vir de várias formas: ou honesta com trabalho duro, inteligência e criatividade, ou desonesta com corrupção, falcatruas, roubos, tráfico, contrabandos, contravenção e tantos outros "negócios" que movimentam milhões de reais no país de forma arbitrária.

    Portanto amigos, façam como eu, só coloquem o seu boné onde possam alcançar. Como diz um velho ditado "passarinho que acompanha morcego, amanhece de cabeça para baixo", se recolham a sua condição de pobre, mas honesto. Nesta condição eu não preciso corromper ninguém para continuar nela, e também não tenho poder, portanto não vão tentar me corromper. Mas uma coisa eu garanto: a minha casa me abriga do sol e da chuva, minha comida não tem o preparo de nenhum famoso "Chef" mas sempre me alimentou e me manteve saudável até hoje. Meu cobertor me aquece do frio igual a qualquer outro, e se não tenho indumentária de marca famosa, pelo menos tenho o que vestir, e quando deito a cabeça no meu travesseiro, logo durmo um sono tranquilo sem pesadelos nem sobressaltos. Além disso tenho perfeitas condições físicas para exercer o meu direito de ir e vir a qualquer lugar, e sem precisar estar cercado de seguranças invadindo a minha privacidade, tenho boa visão para apreciar belas paisagens, posso sentir o cheiro do campo e o perfume das flores, sentir a carícia do vento ao tocar minha face e inalar o ar puro que a natureza me proporciona.  Estas coisas... não tem preço.

Até a próxima!



segunda-feira, 15 de julho de 2013

CORRUPÇÃO – A EPIDEMIA DO SÉCULO

Alô amigos! Se estão vendo esta postagem, fico feliz em saber que tem alguém comigo apesar de todas as loucuras que posto aqui. Só que desta vez não vou fantasiar; o tema que trago hoje é muito sério, e como tal tem que ser tratado com seriedade.
CORRUPÇÃO – Se tivesse como medir a palavra mais pronunciada nos últimos 40 anos, esta palavra seria com certeza, corrupção. Nos jornais, nas revistas, no rádio, na televisão e na internet são constantes as notícias que envolve este tema. Geralmente esta palavra ronda os bastidores da política, tanto no legislativo como no executivo, mas ela pode ser encontrada na Segurança Pública que abrange as Polícias Militar e Civil, na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, no meio jurídico, desde advogados passando por juízes, desembargadores, chegando até ao Supremo Tribunal. – Notem vocês que nesta relação está a nata do poder, que até a algum tempo atrás poderiam ser chamados de "Os Intocáveis" por serem inatingíveis e a lei não poder alcançá-los simplesmente pelo fato de eles serem a lei. Mas neste sentido alguma coisa já está mudando; a passos tímidos, mas já é um começo. 

    Bem! O grande fato é que este desvio de conduta não é um mérito somente de quem detém o poder. Não devemos ser hipócritas, e admitir que ele pode também ser encontrado nas camadas mais humildes da nossa sociedade. No seu dia-a-dia o cidadão é constantemente envolvido em situações em que, ou ele se corrompe ou é induzido a corromper, o que já se tornou uma prática comum nos lugares onde se cria dificuldade para vender facilidade. Na medíocre visão de alguns, a corrupção só é caracterizada quando se fala em milhões, como nos escândalos de grandes repercussões envolvendo desvio de verbas públicas, superfaturamentos e licitações fraudulentas. Mas infelizmente ela está mais do que presente no nosso cotidiano.

    Gente, se observarem bem, verão que a corrupção vem de baixo, quem é que não gosta de levar vantagem? a coisa já está tão banalizada que os atos de corrupção pequenos, são abafados pelos grandes, isto porque os de menores importância não são nem caracterizados como tal. A banalização é tão grave quanto o ato em si. As pessoas já acham normal quando são pegos em uma "blits", dar dez reais ao policial para liberar o seu veículo quando o mesmo encontra-se com a documentação irregular. O mesmo acontece no Detran quando o veículo vai passar por vistoria e cai em exigência. Só que lá a propina é um pouco mais salgada, então é melhor ficar com a primeira opção.

    Vejam bem! – Eu dei só estes dois exemplos, por serem os mais comuns, mas tem outros como: Megas empresários inescrupulosos de diversos setores que mantêm funcionários do alto escalão do governo na palma da sua mão, que é pra quando houver uma dificuldade, esta já estar devidamente facilitada. Tem os funcionários dos setores responsáveis pela entrada de produtos estrangeiros no Brasil, que sempre dá um "jeitinho" mediante "um qualquer", daí a quantidade imensurável de produtos contrabandeados no país. Tem o meliante quando pego em flagrante que é obrigado a dar senão todo, mas pelo menos a metade do produto do roubo para ser liberado. Tem o traficante que "arrega"  (pop. dar propina, molhar a mão) para poder "trabalhar" em paz. Tem o guardador clandestino que monopoliza uma área com a permissão da autoridade local mediante uma "taxa" mensal, quinzenal ou semanal. Tem os responsáveis pelo setor de ingressos para shows com artistas, bandas ou eventos esportivos nacionais ou internacionais, que liberam sempre quantidade excedente para ser vendida no mercado negro. Tem o vendedor de produtos pirateados (atividade que tem crescido assustadoramente, graças a corrupção.) Tem a contravenção, atividade que já virou raiz no Rio de Janeiro, e é podemos dizer assim – quase que "legal". Tem as Vans e Kombis piratas que rodam livremente pelas ruas do Rio já que seus proprietários estão devidamente "fechados" com os responsáveis pela fiscalização. E por aí vai...eu poderia ficar a noite toda enumerando mais exemplos, é só puxar um pouco pela memória. Obs.: quando eu falei da política, eu quis dizer, toda ela, Congressos, Ministérios, Câmaras Municipais e Estaduais, Tribunal de Contas, Previdência – Ah! Esta então é o mapa da mina. E quase tudo que envolve os poderes Federal, Estaduais e Municipais.

    Amigos, notaram que eu não me referi ao Exército, Marinha e Aeronáutica? Porque simplesmente não lembro de nenhum caso de corrupção envolvendo estas instituições. Pode até ter havido e não ter vindo a público, mas tenho certeza que se houve, foi devidamente apurado e o acusado se condenado, foi exemplado na forma da lei, com expulsão e cadeia. E vocês conhecem algum caso de um militar das Forças Armadas, de qualquer patente, que enriqueceu ilicitamente? Que tem mansões, iates e depósito em paraísos fiscais? – Eu não conheço! Agora vejam os senhores, principalmente aqueles que tem filhos. Se seu filho não trabalha, vive as suas custas, e de vez em quando aparece com objetos caros que não foram custeados por você, e que estão muito além de suas posses; cabe a você interpelar a procedência destes materiais, porque se ele não está saindo com alguma mulher, ou algum homossexual ricos que não se importam em agradá-lo com presentes caros, então com certeza estes objetos são produtos de roubo, ou de alguma transação duvidosa. É sua obrigação averiguar.

    Então gente, vocês acham que o subalterno, faz alguma coisa sem o devido conhecimento e autorização do superior? Lembram daquela história – eu não sei de nada, eu não vi nada? Pois é, mas deviriam saber, principalmente quando as coisas acontecem debaixo dos seus narizes. É incrível que um superior (seja em qualquer esfera) assista ao enriquecimento ilícito do seu subordinado sem que leve nenhuma fatia do "bolo". Mesmo que não levasse nada, no mínimo ele seria conivente, e como tal já deveria ser enquadrado judicialmente, na forma da lei.

    Então é isso amigos, essa famigerada corrupção já se enraizou de tal forma na sociedade (e o que pior, em todas as camadas), que fica difícil discernir o que é uma simples gorjeta ou um agrado, de um pagamento por favorecimento pessoal. E ainda tem um agravante que é o fato de as novas gerações já aderirem esta prática, achando que é completamente normal. Achando (como eu disse no início), que corrupção é só o que eles assistem nos noticiários das  mídias do nosso país.

    Se vocês observarem com atenção, verão que, nos dias de hoje os valores se inverteram, quem é bom é chamado de "otário", enquanto que o desonesto é considerado "esperto". Se o cidadão acha algum pertence valioso e devolve ao seu dono, é motivo até de manchete pelo simples fato deste ato hoje, ser considerado incomum. Lá se vai o tempo em que um fio de bigode valia mais que dinheiro.

    Bem! Resumindo, eu quero dizer que, assisto todos os dias esta luta desenfreada das pessoas querendo "se dar bem", é lobo engolindo lobo, não existe mais ninguém bobo. Uma prova disto é justamente estes programas sociais que o Governo "malandramente" proporciona para classe menos favorecida. Eles simplesmente não precisam mais trabalhar, e pra quê? Garanto que estes não fizeram parte das manifestações dos últimos dias, pois pra eles está muito bom. Então amigos, vamos exigir sim, os nossos direitos, vamos gritar bem alto para que nosso brado retumbe nos quatros cantos do país, mas vamos também fazer um "mea culpa" e nos perguntar: – será que se estivéssemos lá no poder, com todas a facilidades e mordomias que o poder propicia, não estaríamos agindo da mesma forma? Numa época em que: Se você acha algo alheio, não devolve, se lhe dão o troco errado (para mais), você fica quieto. Pede uma criança de colo emprestada para ficar na fila de prioridade, pega o dinheiro do programa social para comprar bebidas e drogas. Anda de transporte pirata, compra produtos pirateados e contrabandeados, gosta de levar vantagem e dá sempre o "jeitinho brasileiro"... fica difícil de separar o joio do trigo.

Que não se sintam ofendidos aqueles que verdadeiramente são honestos.

Obs.: Sou apolítico e não defendo governo algum (nem os militares) apenas me referi as forças armadas do regime de 64 a 84. Já as de hoje...

Um abraço!




                            

terça-feira, 9 de julho de 2013

"PÓS MORTIUM"

Oi amigos! Todo mundo de bem com a vida?

Eu também vou muito bem com a vida, mas hoje quero saber se tem alguém de bem com a  morte!

– E porquê não?

Galera, pra quem não acompanha as minhas postagens, eu quero lembrar que tudo que escrevo aqui são divagações (fantasias, devaneios), análises de como seriam as coisas vistas de maneira não usual, diferente da forma como nos foram enfiadas cabeça a dentro durante toda a vida. Pra tudo existe uma resposta, só que para algumas coisas as respostas não passam de conjecturas, por não haver como obter algo mais concreto. A morte é uma destas coisas. Quem quiser ter informações sobre o que acontece depois que se morre, é simples.

– Morre!

Por isso não tomem como verdade o que escrevo aqui. Apenas leiam e tirem suas próprias conclusões. Vamos lá?

Pra quê viver, se temos que morrer!

Já imaginaram desde os primeiros seres humanos, de 4 milhões de anos para cá, quantas pessoas já pisaram na face desta terra? Quantos personagens já nasceram, cresceram e fizeram planos que foram subitamente interrompidos pela morte, será que isto está certo? Ninguém gosta de pensar na morte, até porquê não faria sentido planejar um futuro, sem saber se teria este futuro.

Mas porquê não pensar na morte, se ela faz parte da vida? Quando nascemos já estamos predestinados a morrer, só não sabemos como nem quando. Por isso acho que temos que aceitar a morte como uma coisa inevitável. Morrer faz sentido.

Mas será que existe vida após a morte?

Bem! Taí uma resposta que todos gostaríamos de ter. Na minha opinião, acho que não. Mas isto não significa que eu esteja certo. Refletindo sobre isto cheguei a uma conclusão que: Para que possamos nos utilizar de todos os sentidos que nos proporciona o corpo humano, havemos de convir que há necessidade de que todos os órgão estejam funcionando, principalmente o cérebro, que é o órgão que comanda todo o corpo, e o coração que bombeia todo o sangue que circula dentro de nós.

Aí você pergunta: – Ainda não entendi...Pode me explicar melhor?

Bom, se partimos do princípio de quê quando algo não funciona bem em nosso corpo, já começamos a ter o nosso desempenho comprometido, ou seja, já estamos ligeiramente doentes; e se todos os órgãos pararem de funcionar, – morremos. Mas se o cérebro ainda continuar ativo será diagnosticado "morte clínica", o que daria até a possibilidade de aproveitamento dos órgãos para doação. Então se precisamos do corpo e de todos o organismo para sobrevivermos, como poderíamos voltar a viver depois de morrer se não tiver um corpo? Eu digo isto porquê já houveram muitos casos de parada cardíaca em que a pessoa foi diagnosticada morta, mas voltou a viver depois de ser submetida a ressuscitação, com desfibrilador, ou massagem no coração. Mas para isso todos os órgãos (além do coração) teriam que voltar a funcionar. Segundo relatos, muitas destas pessoas quando se encontravam "mortas", afirmaram terem visto túneis que terminavam com luzes muito fortes, seres luminosos, sensação de muita paz. Alguns até disseram ter saído do corpo e flutuado dentro do ambiente. Mas a meu ver, todas estas imagens e sensações poderiam ser alucinações provocadas pelo cérebro, por uma região chamada giro angular, que fica nas extremidades do lobo parietal, que neste caso deveria encontrar-se em atividade (pesquisar Wikipédia).

Seria a alma que se desprendeu do corpo? 

Alma, espirito? Como poderia o espírito pensar, ver, falar... estes sentidos não são comandado pelo cérebro? – Aí você diria – Mas o espírito independe da matéria, ele tem vontade própria. Ah! somos dois em um... então pra quê corpo? Se vivêssemos em espírito faríamos mais vantagens pois não precisaríamos comer, dormir, nem andaríamos, pois poderíamos levitar. E a maior de todas as vantagens, ninguém morreria, pois não haveria um corpo com órgãos que parassem de funcionar. Não haveria corrupção e nem cobiça, pois não haveria bens materiais para desfrutar, também não haveria multiplicação, porquê não haveria sexo e e nem órgão reprodutor para engravidar, e por aí vai...

Que me perdoem a classe espírita, não estou aqui para ferir crença de ninguém, até porquê eu nutro por essa classe um carinho especial, em particular por um grande amigo que já se foi, e pelo fato de ser uma doutrina em que seus membros são dotados de uma sensibilidade e um carinho incrível para com seus semelhantes. Eu sou incrédulo mas não quer dizer que todos têm que ser. Na postagem (O Fenômeno da fé) me referi à crença e sou da opinião que crer é fundamental na vida do ser humano, mas o quê eu posso fazer, se não vejo as coisas da mesma forma que outras pessoas?

Qual seria a forma de se viver eternamente?

Não sou dono da verdade. Ninguém é! Mas não podemos discutir que é o cérebro que comanda todos os sentidos; então suponhamos que daqui a alguns anos (não deve estar muito longe), seja possível o transplante de cérebro. Imaginemo-nos sendo submetidos a essa cirurgia; nosso cérebro sendo transportado para outra cabeça. Ao fim da operação, considerando que fosse bem sucedida, ao acordarmos, como nos veríamos? Pela lógica nos veríamos no corpo da outra pessoa, pois se é o cérebro que comanda os sentidos, então ele passaria a comandar o outro corpo. Que agora passaria a ser o "seu corpo". Seria legal não é? Desta forma o homem não morreria nunca pois o seu cérebro ia passando de corpo em corpo, encontrando sempre fonte nova de revitalização.

Mas como se daria isso, quais seriam as prioridades. De quem fosse rico? E quem seriam os doadores?

Eu diria que a coisa poderia funcionar de duas formas:

1ª - O corpo a ser usado, ou melhor a cabeça receptiva (que iria receber o cérebro), seria escolhida entre condenados a morte, ou a prisão perpétua, desde que fossem saudável, jovem, ou relativamente jovem.
2ª - Se já houvesse uma lei favorecendo e já fosse possível a clonagem de seres humanos, poderia-se clonar pessoas e manter em estado vegetativo, só para receberem o transplante. O estado vegetativo seria para que o cérebro do clone não desenvolvesse e não acumulasse lembranças. O corpo sim, teria que ser cuidado para estar em perfeitas condições ao receber o transplante.
(Nota: Quando eu digo aqui, em manter o cérebro de um clone em estado vegetativo, é na hipótese de que quando isto for possível, o corpo clonado não vai passar de uma cópia de um original. Ele não teria sido gerado da união carnal de dois seres, e não teria passado pelo processo de gestação dentro de um útero materno. Até mesmo porquê eu sustento a tese de que toda a nossa existência são lembranças, apague estas lembranças e você não terá tido uma existência.) 

De quem seriam as prioridades 

Pessoas em estado terminal até uma certa idade (neste caso teria que haver um regulamento com critérios que limitasse a idade para o procedimento de transplante de cérebro), já outros tipos de transplantes, qualquer pessoa que tivesse algum órgão comprometido.

No primeiro caso, na opção dos presidiários, eu acho que seria até mais humano, pois presos condenados a morte ou a prisão perpétua, com certeza, são portadores de uma patologia mental irrecuperável, tornando-os neste caso, nocivos a sociedade.

Raciocinemos o seguinte: Temos no leito de um hospital um doente as portas da morte. Esta pessoa tem inúmeros projetos inacabados em prol da ciência ou da tecnologia que ainda necessita de muitos anos para serem concluídos, mas sua trajetória está sendo interrompida e ele não tem como passar para alguém tudo que desenvolveu ao longo da vida.

Em outro cenário vemos: um presidiário que em toda a sua vida só serviu para causar mal as pessoas, ceifar vidas, lograr...definitivamente uma erva daninha, que merece ser extirpada do meio social. Lá está ele. Saudável, tomando banho de sol, jogando baralho com outros companheiros, ou simplesmente não fazendo nada a não ser comer e dormir.

E o outro condenado a prisão perpétua, também nas mesmas condições, "vendendo saúde". Não é uma incoerência? Se o cérebro desta pessoa do leito de hospital pudesse ser transplantado para este presidiário, na hipótese de sucesso todos sairiam ganhando. A pessoa doente; porque obteve um corpo são e poderia aí sim ter uma chance de terminar seus projetos que beneficiaria muita gente, o Estado;  porque não teria mais despesas com aquele detento, e a sociedade; que respiraria aliviada por ter ficado livre de mais um criminoso. E na verdade pela lógica só haveria a morte do corpo doente, pois seu cérebro foi transferido para o corpo do preso, que sairia da prisão andando, com identidade nova e até para a família a sensação seria que o seu ente se recuperou e agora ao invés de agredir, vai servir a sociedade. Viram que loucura? Já está formatado aqui um meio de prolongar a vida, ressocializar e enxugar a população carcerária. E ainda estaria freando o crescimento demográfico porque dois tornariam-se um. E o cérebro descartado poderia ser doado a ciência para ser estudada sua patologia ou simplesmente ser incinerado pondo por fim um desfecho a um ciclo criminoso.

Bom gente, o que na verdade eu quis dizer com toda esta ilustração, é que na minha opinião não há nada após a morte. Não sou o dono da verdade, mas acredito que o corpo é o sustentáculo do cérebro, e o mesmo sem o corpo não poderia desenvolver suas funções. Portanto não acredito em almas pensantes. Em uma das minhas postagens eu procuro dar a minha definição sobre isto (leiam herança inesperada). Mas torno a dizer, – são apenas hipóteses.

É isso aí amigos, estas talvez sejam perguntas pela qual nunca obteremos respostas, mas de uma coisa eu tenho quase certeza; se tudo que foi criado faz sentido, que sentido teria haver um universo com vários sistemas solares, bilhões e bilhões de planetas e satélites, distâncias de milhões de anos luz de uma galaxia para outra, se não fosse para o habitat de algo ou alguém? Ou simplesmente para ser explorado e povoado concretizando assim o versículo da bíblia em que se diz "crescei e multiplicai-vos". – partindo do princípio que o crescimento populacional da terra  já está comprometendo os recursos naturais, gerando problemas sociais e de infraestrutura, o autor da frase só poderia estar falando exatamente desta imensidão que é o universo.

Por isso gente para encerrar e concluir o que disse no início "Morrer faz sentido", eu digo que não precisamos morrer. Preferencialmente quem tem sua vida e seus projetos voltados para o bem comum, estes merecem ficar para posteridade. Se tivéssemos (acredito que vamos ter) que atravessar 150 mil anos luz de distância de um ponto ao outro, quantos anos precisaríamos ter? Fácil né?

Então, aí estão as questões, analisem! Ninguém é dono da verdade, todos podemos ter nossa maneira individual de ver as coisas, da maneira que acharmos mais coerente. Pra isso nos foi dado o livre arbítrio em forma de cérebro. E sem ser redundante, cérebro foi feito pra quê?

Pra pensar!   Tchau!

sábado, 29 de junho de 2013

VIVER OU MORRER, EIS A QUESTÃO!

Alô gente! Espero que esta postagem ao chegar até vocês, lhes encontrem gozando de plena saúde.


Como assim?

Bem, pra começar aqui no no nosso país ninguém tem o direito de ficar doente, e se ficar tem que ser com dia e hora marcada, tipo... hum! – Deixa eu ver se posso ficar doente na terça; Não! – Acho que vou ligar primeiro pra emergência pra saber se tem médico, senão vou ter que ficar doente novamente outro dia. – E se tiver médico mas não tiver medicamento? – É melhor deixar pra ficar doente depois que receber o pagamento.

É gente, seria cômico se não fosse trágico. Na atual conjuntura (não querendo ser melodramático, mas já sendo), ficar doente no Brasil significa estar com um pé dentro e outro fora da cova; e digo isto sem medo de estar exagerando pois a pouco tempo os meios de comunicação noticiavam o caso de uma médica que provocava a morte de pacientes em UTIs do Hospital Evangélico de Curitiba. "Aqui não é Deus que decide quem vive ou quem morre, sou eu" eram as palavras da médica.

Esta é a realidade da saúde brasileira, o desrespeito pela vida humana é uma constante no cotidiano dos hospitais do país. Não dos profissionais da medicina como é o caso da médica acima citada, mas dos órgãos de saúde pela precariedade de estrutura básica mínima exigida como:  falta de leito nas UTIs,  falta de especialistas, falta de medicamentos e de material cirúrgico, falta de condições de higiene...enfim um conjunto de coisas que muitas das vezes obrigam os médicos a terem que escolher, quem vive, e quem morre. Digo isto porque recentemente um amigo que precisava transferir sua sogra de 87 anos internada com água nos pulmões em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), para um hospital próximo de sua casa para ficar mais fácil aos familiares visitarem e ficarem junto a ela, não conseguiu em razão de sua idade avançada e pelo fato dela estar entubada. Esta senhora veio a falecer mais a principal razão foi, e é: – se existir um leito de UTI vago e precisarem deste leito duas pessoas uma de 20 e a outra de 80 anos, a prioridade é para a pessoa de 20 anos com a alegação de que esta pessoa ainda tem muito para viver, enquanto a de 80 já viveu o suficiente. Gente! Este é o critério mais esdrúxulo que já tive ciência, não é para ter escolha, é para ter os 2 leitos, todos têm direito a vida.

Amigos eu não sou expert em muitos assuntos que posto aqui, e saúde pública é um deles; mas todas as minhas publicações quando não são apenas divagações minhas, são pesquisadas a fundo, que é para que eu não cometa nenhuma injustiça. 

Então a pergunta é: como pode chegar a este ponto de degradação um país tão rico, a ponto de sediar 4 megaeventos de orçamentos astronômicos? (só a copa de 2014 e a das confederações irão custar aos cofres públicos a bagatela de R$ 32,5 Bilhões), chegando as raias do "surreal", mais R$ 118 milhões que serão gastos com a vinda do Papa na Jornada Mundial da Juventude, além de R$ 29 bilhões previstos para as Olimpíadas de 2016. – Eu falei previstos! Porque segundo estimativas mais otimistas esta quantia pode dobrar, eu disse otimista porquê se for comparar com o orçamento do PAN cujo as previsões eram pouco mais de R$ 400 milhões e no final fechou perto dos R$ 3,8 bilhões, a diferença foi de quase 10 vezes mais.

Gente! Pode haver de tudo nas três esferas do governo, podem abusar dos adjetivos para se referirem a classe política, só não podem chamá-los de burros. Esta palavra não existe no meio político. Usando um termo antigo, o menos inteligente dá nó em pingo de éter.

– Raciocinem comigo: Vocês acham que o governo iria investir estas somas imensuráveis sem a certeza de um retorno seguro e significativo? Claro que não! E isto até é louvável, ou seria se este retorno viesse em forma de legado para a população que vendo o dinheiro dos seus impostos serem bem aplicados, não se importaria com a quantia investida. Mas como não vemos este retorno, como demonstra a situação da saúde aqui citada, da segurança, da habitação, da educação, do lazer, e da cultura, então para onde este dinheiro está indo?

Quando se fala em bem público nunca se tem dinheiro, e o que se vê são um escândalo após outro envolvendo desvio de verba (é só pesquisarem os últimos 40 anos, que ficarão de cabelo em pé.) Esta história já colou, só que agora o povo está mais esperto, eu acho até que sempre esteve esperto só que calavam a boca ludibriados por "programas sociais" que cada governo que entrava implantava como manobra para manter o povo calado e garantir os votos nas eleições. Assim, entre ter esta pseudo-ajuda e não ter nenhuma optavam por estas esmolas. Será que agora vai ser diferente?

Apesar dos rombos que os cofres públicos vem sofrendo desde o tempo imperial, quando surrupiavam nossas riquezas a bel prazer, o país ainda está muito longe de estar falido, mas estranhamente ocupa uma posição de décimo lugar no ranking do IDH (índice do desenvolvimento humano) ficando abaixo de países como: Perú, Venezuela, Costa Rica e por aí vai...o povão cada vez mais pobre, muitos abaixo da linha da miséria, e uma minoria com tanto dinheiro que se tivessem "como gato" 10 vidas não conseguiriam gastar tudo.

    Amigos, estou ilustrando este comentário falando da  saúde, mas a coisa é muito mais complexa; no meu ver acho que a educação é um dos fatores preponderantes. Eu falo da didática tanto nas escolas como em casa, principalmente a de casa.

Veja bem, um povo sem educação é um povo que ignora, e sem conhecimento é facilmente manipulável; é como um analfabeto que vê as letras mas não consegue decifrá-las, e a sua ignorância tem efeito colateral na criação dos filhos por não conseguir prepará-los para a vida, jogando-os como ovelhas atiradas aos lobos, em um mundo frio, cruel e implacável, surgindo assim uma geração destituída de valores, que se miram em exemplos de corrupção como a  forma mais rápida de ascensão.

Na falta de conhecimento o maior agravo é justamente a pessoa não saber dos seus direitos, ficando assim mais vulnerável a toda sorte de enganação por parte de inescrupulosos que vêm aí a oportunidade de ludibriarem o indivíduo em seu favor.

Com educação tudo fica mais fácil, é um novo horizonte, portas se abrem e as oportunidades se apresentam. 

Se todas estas propostas exigidas nestas manifestação que tomaram as ruas, se concretizarem, e o governo voltar sua administração efetivamente para o povo, se toda a arrecadação de impostos forem revertidos em serviços de qualidade, e os responsáveis pela coisa pública apresentarem mais transparência em suas prestações de contas...seguramente este será um país bom pra se viver.

Vitória para todos nós!

Abraços!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

RECICLANDO A NAÇÃO


A juventude brasileira vem dando um show de civismo ao sair às ruas para exigir dos governantes um basta em todos os desmandos que vem ocorrendo nos últimos tempos.

    A princípio acreditava-se que o motivo de tamanha movimentação devia-se ao recente aumento das passagens de ônibus em todo o país, e que veio a agregar também ao aumento das passagens dos trens e metrôs, isto desencadeou um manifesto de tamanho imensurável, mas com o sucesso do protesto que conseguiu reunir mais de 1.000.000.00 de pessoas em todo o Brasil, a população, na sua maioria jovens, aproveitou para colocar em pauta toda a insatisfação contida com a classe política, na forma de reivindicações visando:

– As melhorias nos serviços públicos (principalmente hospitais);
– o fim do foro privilegiado para algumas categorias;
– veto ao projeto do Ato Médico e melhorias nos transportes.

    Além disto os manifestantes exigiram também, a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37 que tira poder de investigação do Ministério Público ( proposta já votada e rejeitada), a aprovação da PEC que prevê o fim do voto secreto, mais investimentos para a saúde, a educação e a segurança pública, além da criação de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar possível superfaturamento das obras da Copa.

      Este gesto, mesmo para quem viveu o regime da ditadura em que as manifestações eram constantes, surpreendeu pela sua magnitude, e criatividade, não precisou de lideranças com auto-falantes incitando a multidão, cada um trazia um cartaz ou facha que exprimia a sua insatisfação com determinados deslizes do governo. Infelizmente houve episódios (e continuam havendo) de depredações numa demonstração clara de vandalismo que tentaram (tentam) manchar o ato, mas que notoriamente se vê que são episódios isolados em que uma minoria infiltrada entre os manifestantes tentam criar um clima de terrorismo depredando patrimônios públicos e privados, provocando incêndios e enfrentando a polícia. Vale aqui lembrar que a atitude destas pessoas já as caracterizam como marginais, e como tais deverão ser tratadas na forma da lei. 

   Em um país em que todos os direitos do cidadão são transgredidos de forma desumana e arbitrária, nada como lembrar alguns destes direitos. Aí vão: 

  • Toda pessoa tem o direito de ir e vir, sem ser molestada. 
  • Toda pessoa tem o direito de ser tratada pelos agentes do Estado com respeito e dignidade. 
  • Toda pessoa tem o direito de ser acusada dentro de um processo legal, sem torturas e maus tratos. 
  • Toda pessoa tem o direito de exigir o cumprimento da lei. 
  • Toda pessoa tem o direito de ter acesso ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. 
  • Toda pessoa tem o direito de ser, pensar, crer e manifestar-se ou amar, sem ser alvo de humilhação ou discriminação. 
  • Toda pessoa tem o direito de ter acesso à escola. 
  • Toda pessoa tem o direito de ter acesso à saúde. 
  • Toda pessoa tem o direito de praticar a religião que escolher. 
  • Toda pessoa tem o direito de ter acesso ao trabalho, sem discriminação por doença, deficiência, sexo, cor, religião. 
  • Toda pessoa tem o direito de obter certidão de nascimento e certidão de óbito, gratuitamente. 
  • Toda pessoa tem o direito à ampla defesa. 
  • Toda pessoa tem o direito de não ser torturada. 
  • Toda pessoa tem o direito de não sofrer discriminação. 
  • Toda pessoa tem o direito de ter preservado a sua integridade física e mental. 
  • Toda pessoa tem o direito a ter acesso ao lazer. 
  • Toda pessoa tem o direito à previdência social. 
  • Toda pessoa tem direito ao amparo à maternidade e à infância. 
  • Toda pessoa tem o direito de ser tratada com igualdade, perante a lei. 
  • Toda pessoa tem o direito de ser tratada como inocente, a menos que seja condenada judicialmente. 
  • Toda pessoa tem o direito à propriedade. 
  • Toda pessoa tem o direito de fazer reuniões, desde que sejam pacíficas. 
  • Toda pessoa tem o direito de ter segurança. 

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação uma às outras com espírito de fraternidade”.

(artigo I, Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamados pela Resolução nº217 (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas, 10 de dezembro de 1948). 

    Enfim, como pudemos ver acima, leis não faltam para amparar o cidadão, só que na prática não funcionam, restando apenas o grito uníssono da população para que sejam ouvidos, em uma desesperada tentativa de fazer valer a sua cidadania.

Até a próxima!