Alô Gente! E aí ainda estão comigo? Se estão isto é bom porque é sinal que eu não sou tão maluco assim (apenas diferente), e que mais gente concorda comigo. Ou pelo menos reflete no que eu escrevo para tirar suas próprias conclusões.
Então vamos a mais uma postagem lunática. E por falar em lunática por acaso vocês já pararam para pensar na grandiosidade do universo? Não dá para imaginar tamanha imensidão. A nossa galáxia a Via-láctea contém uma estimativa de 300 a 400 bilhões de estrelas, e nós ainda temos aproximadamente mais de 100 bilhões de galáxias, formadas por suas respectivas estrelas e outros objetos astronômicos. Raciocinem comigo! Em um universo tão grande, onde o nosso planeta representa apenas um pontinho insignificante, quanto tempo demoraríamos para explorá-lo? Sim porque com todo este tamanho e quantidade inimaginável de estrelas, acredito eu deva existir pelo menos um planeta em condições iguais a da terra.
Em uma postagem anterior, eu me referi ao início do universo segundo a bíblia, hoje eu quero começar supondo na teoria do BIG BANG, de que o universo se originou de uma grande explosão.
Muito bem! Se na bíblia há uma versão do começo, na ciência este já é explicado de outra forma. E se houver uma 3ª versão conforme já se cogita? Ou se ambas estão certas? Para mim são perguntas que nunca poderemos responder, ou pelo menos agora. Mas nada nos impede de criar nossas suposições, e é aí que eu entro.
Partindo do princípio da teoria do BIG BANG, nesta explosão fragmentos que mais tarde viriam a formar as estrelas e os planetas, foram arremessados de forma aleatória para todos os lados, e não colocados organizadamente por uma mão invisível cujo o dono determinou a exemplo da maçã – Isto é só para admirar, vocês já têm sua moradia contentem-se em viver apenas nela. Aí entra uma contradição, quando também foi dito – Crescei e multiplicai-vos, não se esperava que a população multiplicasse tanto. Como não dá para igualar o número de mortes com o de nascimentos, era de se esperar que acontecesse duas coisas: Se morresse mais gente do que nascesse, o planeta ficaria vazio, e se fosse ao contrário ficaria superpopuloso, como já está acontecendo.
Como estaremos daqui a mais 100 anos se é que ainda nos resta este tempo? Qual seria a solução?
Como eu já disse também em uma postagem anterior, com a aparição do homem, vieram os problemas que este apesar de ter o dom de criá-los, também foi dotado de inteligência para resolvê-los.
Bem! a corrida espacial iniciada pelos russos nos anos 50, e mais tarde seguida pelos americanos, tinha como objetivo inicial apenas espionagem, pois vivia-se em plena "Guerra Fria". Mas tarde porém quem garante que já antevendo este problema de superpopulação, a exploração espacial, voltou-se para a procura de um lugar em que pudéssemos emigrar assim que despojássemos do planeta todos os seus recursos naturais.
Isto explicaria porque alguns países não estão nem aí para o aquecimento global, e o aparente extermínio do seres aqui viventes. Parece até que isto não vai afetar a eles. Devem ter algum trunfo na manga.
Uma coisa é certa, seja lá o que for que eles tenham em mente, ou que estejam aprontando para se livrarem desta, só os ricos e que se beneficiarão, o pobre como sempre excluído, será deixado para trás se de gladiando por um pouco de água ou comida.
Observem! Uma galáxia média possui um tamanho que varia entre 10 a 100 mil anos-luz de diâmetro, e a distância entre a terra e a galáxia mais próxima, que é a nebulosa de andrômeda, ultrapassa os 2,5 milhões de anos-luz. Portanto para chegarmos até esta galáxia vizinha nós teríamos que viver 2,5 milhões de anos, isto se conseguíssemos alcançar a velocidade da luz. Na velocidade atual quanto tempo levaria, façam os cálculo? Nossa média de vida atual é de 70 a 80 anos, então como faríamos para viajar 2,5 milhões de anos-luz? Só ultrapassando a barreira do tempo e do espaço, ou seja se a viagem exige um tempo maior que a média de vida do ser humano, seria necessário que a tripulação fosse congelada (postada em um estado de morte aparente), e colocada em um ataúde devidamente preparado para esta ocasião, que pudesse ser cronometrado para ressuscitá-los na data e hora da sua chegada ao destino. Mas para que isto fosse possível teríamos que criar um combustível mais possante e aperfeiçoar uma máquina que fosse capaz desta proeza. Isto consumiria tempo, e tempo é coisa que infelizmente não temos.
Portanto amigos, só temos duas opções: – ou aceleramos as pesquisas para descobrir um planeta em condições similares a terra, que possa abrigar os seres humanos, a fim de que em um curto prazo estejamos em condições de enviar os primeiros colonos nesta "missão apocalipse", ou simplesmente façamos da maneira mais coerente e sensata, preservando nossos recursos, evitando as agressões ao meio-ambiente, criando fontes de energia limpa, evitando o crescimento indiscriminado da população mundial, com planejamento e controle da natalidade, evitando invasões a áreas de preservação ambiental, e mais alguns ajustes primordiais para nossa permanência aqui na terra.
Amigos, tanto faz se o universo foi criado a partir de uma "explosão", ou se alguém disse "haja luz", e daí tudo começou. O fato é que ele existe, e como parte dele nós temos o direito sim, de explorá-lo, principalmente quando o nosso planeta está prestes a não poder mais nos alimentar. Mas o bom seria, que isso não fosse em caráter de urgência, e sim a longo prazo, com estudos preliminares, que permitissem senão 100% de sucesso, mas pelo menos grandes probabilidades de êxito.
E insistindo ainda na hipótese da "Grande explosão" as mesmas partículas dotadas de células biológicas, elétrons, prótons, hidrogênio e oxigênio, que formaram e permitiram a vida na terra, devem ter formados outros planetas nas mesmas condições. Portanto amigos! Queiram ou não, temos que pensar na hipótese de não estarmos sozinhos. E se não estamos quem seriam nossos vizinhos?
Esta é só para pensar!
Tchau gente! até a próxima.