Olá amigos!
Ao iniciar minha postagem de hoje, gostaria primeiramente de deixar claro que tudo que aqui for escrito são apenas divagações minhas. É a forma de como eu encaro a vida. Como eu gostaria que ela fosse. Portanto amigos não tomem como verdade minhas palavras, pois a verdade não pertence a ninguém. Sou apenas um simples cidadão sem formação universitária, pobre (assim como a maioria dos brasileiros), que mesmo tendo passado por todas as dificuldades e provações que se pode imaginar ao longo da vida (são 56 anos), não perdeu o caráter, o bom humor e nem a vontade de viver, mesmo com a indignação de ver o rumo que o mundo está tomando, sem ter como mudar esta trajetória. Então já que não posso mudar a trajetória do mundo, eu apenas expresso a minha opinião, quem sabe com isso eu transformo minhas humildes palavras em um brado retumbante que ecoe por todo o planeta?
O que eu pretendo abordar aqui?
- Tudo que me indigna e me enoja.
Com 56 anos, vindo de uma infância pobre, quase na linha da miséria, e até hoje passando por diversas situações apertadas, me permito dizer que adquiri uma experiência tão grande da vida, que é como se eu já tivesse vivido 80.
Sempre fui muito tímido e retraído, por isso nunca expus minhas ideias e filosofias com medo de me expor ao ridículo, mas hoje é diferente, eu quero é falar sem me importar com críticas, acho que chegou a hora de colocar para fora tudo que sempre me sufocou.
Não sou religioso, não pratico nenhuma seita e nem pertenço a nenhuma irmandade, sou apenas eu. Não acredito em tudo que me dizem sem antes analisar se existe lógica.
Também não quero aqui denegrir ou criticar seitas, religiões, nem de alguma forma tentar mudar comportamentos, eu só peço a vocês que apenas reflitam! Olhem para dentro de si mesmo, se descubram, se reciclem para juntos tentarmos fazer um mundo melhor para outras gerações, pois apesar de "incrédulo" eu acredito no bem, e acho que só com o bem podemos salvar o mundo.
- Fazer o bem, faz bem.
- Ser bom, é bom.
Iniciei minha postagem anterior com o título " ser ou não ser" onde abordo a questão dos inventos modernos criados para facilitar a vida das pessoas.
- bom ou ruim?
Ao iniciar minha postagem de hoje, gostaria primeiramente de deixar claro que tudo que aqui for escrito são apenas divagações minhas. É a forma de como eu encaro a vida. Como eu gostaria que ela fosse. Portanto amigos não tomem como verdade minhas palavras, pois a verdade não pertence a ninguém. Sou apenas um simples cidadão sem formação universitária, pobre (assim como a maioria dos brasileiros), que mesmo tendo passado por todas as dificuldades e provações que se pode imaginar ao longo da vida (são 56 anos), não perdeu o caráter, o bom humor e nem a vontade de viver, mesmo com a indignação de ver o rumo que o mundo está tomando, sem ter como mudar esta trajetória. Então já que não posso mudar a trajetória do mundo, eu apenas expresso a minha opinião, quem sabe com isso eu transformo minhas humildes palavras em um brado retumbante que ecoe por todo o planeta?
O que eu pretendo abordar aqui?
- Tudo que me indigna e me enoja.
Com 56 anos, vindo de uma infância pobre, quase na linha da miséria, e até hoje passando por diversas situações apertadas, me permito dizer que adquiri uma experiência tão grande da vida, que é como se eu já tivesse vivido 80.
Sempre fui muito tímido e retraído, por isso nunca expus minhas ideias e filosofias com medo de me expor ao ridículo, mas hoje é diferente, eu quero é falar sem me importar com críticas, acho que chegou a hora de colocar para fora tudo que sempre me sufocou.
Não sou religioso, não pratico nenhuma seita e nem pertenço a nenhuma irmandade, sou apenas eu. Não acredito em tudo que me dizem sem antes analisar se existe lógica.
Também não quero aqui denegrir ou criticar seitas, religiões, nem de alguma forma tentar mudar comportamentos, eu só peço a vocês que apenas reflitam! Olhem para dentro de si mesmo, se descubram, se reciclem para juntos tentarmos fazer um mundo melhor para outras gerações, pois apesar de "incrédulo" eu acredito no bem, e acho que só com o bem podemos salvar o mundo.
- Fazer o bem, faz bem.
- Ser bom, é bom.
Iniciei minha postagem anterior com o título " ser ou não ser" onde abordo a questão dos inventos modernos criados para facilitar a vida das pessoas.
- bom ou ruim?
E quando eu pergunto, ser ou não ser eu me refiro a:
-Ser bom
-Ser honesto
-Ser fiel
-Ser compreensivo
-Ser amigo
-E sobretudo ser igual.
Ou não ser?
Mas o que estas coisas tem em comum? você pergunta.
-Ser bom
-Ser honesto
-Ser fiel
-Ser compreensivo
-Ser amigo
-E sobretudo ser igual.
Ou não ser?
Mas o que estas coisas tem em comum? você pergunta.
- Eu respondo, tudo. Pelo menos é assim que eu vejo. Se eu disser que acho ruim as invenções modernas, estaria mentindo pois me utilizo o tempo todo destas maravilhas, haja vista o COMPUTADOR (meu companheiro), o telefone (fixo e móvel), DVDS, TELEVISÃO DE PLASMA, AVIÃO, INTERNET, etc...
Mas senhores, não é o invento em si que me preocupa, mas sim a forma com que eles são utilizados, o impacto que alguns deles causam a sociedade quando provocam desemprego, acidente aéreos de proporções até pouco tempo inimagináveis (agora já se tornaram comum), guerras tecnológicas com poderio bélico cada vez maior, imagens que chocam e defloram a dignidade humana. Estes fatores sim, muitas vezes são determinantes nas mudança ou formação de caráter na maneira de agir ou pensar do indivíduo. Seu destino muitas vezes é orquestrado e regido sob a batuta de um maestro invisível, que é a propaganda subliminar disfarçada de uma simples propaganda inocente.
Portanto imaginem!
Um pai de família sem emprego, pessoas perdendo pessoas em acidente aéreos, nas estradas, no trânsito, para o narcotráfico, para a exploração sexual, etc, etc...
Como ficam estas cabeças?
Bem amigos por hoje vou parar, se eu pudesse ficaria horas escrevendo, mas preciso trabalhar e para dizer tudo que se passa pela minha cabeça eu levaria no mínimo mas 56 anos escrevendo.
Me aguardem gente que ainda tem muito, muito, muito, mais em O BEM E O MAL
Tchau!!!